Imbula combina força, velocidade e visão de jogo para encher o campo e assumir-se como o motor de uma equipa
Há quem diga que faz lembrar Claude Makélélé, que é uma reencarnação de Patrick Vieira, que se assemelha a Blaise Matuidi ou Abou Diaby, mas, na verdade, Imbula é uma combinação de todos eles: técnica de condução de bola, passada larga, força atlética em aceleração, visão de jogo, técnica, capacidade de remate e não só. “Imbula é Imbula”, respondeu o mais recente reforço do FC Porto, com a humildade que o caracteriza, quando o comparam àqueles que com ele partilham a nacionalidade e a posição no campo.
Nascido a 12 de Setembro de 1992, em Vilvoorde, na Bélgica, filho de pais congoleses, Giannelli Imbula cresceu em França, país pelo qual se tornou internacional nos escalões de Sub-20 e Sub-21. Tendo passado pelas camadas jovens do US Argenteuil, Racing Club, Paris Saint-Germain e Guingamp, foi precisamente ao serviço deste último que se estreou no futebol profissional, em 2009/10. Explodiu na época seguinte, somando, entre 2010 e 2013, um total de 99 jogos (quatro golos) e um sem número de elogios que lhe valeram o título de melhor jogador da Segunda divisão francesa.
Foi sem surpresa que deu o salto para o Marselha, caindo que nem uma luva no meio-campo dos olympiens. Os números não enganam, o impacto foi imediato: 37 jogos na época de estreia, mais 39 na seguinte, três golos no total. Apesar de essa não ser a sua principal característica, o médio que tanto joga a seis como a oito gosta de aparecer em zonas de finalização e de fazer uso da potência do seu remate.
Imbula destaca-se imediatamente pela sua compleição física (1,86 metros e 78 quilos), que lhe permite assumir-se como uma parede quase intransponível no meio-campo e que, mesmo assim, não lhe retira velocidade, sendo capaz de estar em constante rotação durante os 90 minutos do jogo. Extremamente disponível, incansável e capaz de encher o campo com as suas permanentes acelerações e movimentações com e sem bola, é muito forte no capítulo do desarme e da antecipação, juntando-lhe uma capacidade assinalável de interpretar os momentos de transição defensiva e ofensiva. Imbula gosta de mandar no campo e parece ter o dom da ubiquidade, de estar ao mesmo tempo em toda a parte. É patrão, pulmão e coração.
Nascido a 12 de Setembro de 1992, em Vilvoorde, na Bélgica, filho de pais congoleses, Giannelli Imbula cresceu em França, país pelo qual se tornou internacional nos escalões de Sub-20 e Sub-21. Tendo passado pelas camadas jovens do US Argenteuil, Racing Club, Paris Saint-Germain e Guingamp, foi precisamente ao serviço deste último que se estreou no futebol profissional, em 2009/10. Explodiu na época seguinte, somando, entre 2010 e 2013, um total de 99 jogos (quatro golos) e um sem número de elogios que lhe valeram o título de melhor jogador da Segunda divisão francesa.
Foi sem surpresa que deu o salto para o Marselha, caindo que nem uma luva no meio-campo dos olympiens. Os números não enganam, o impacto foi imediato: 37 jogos na época de estreia, mais 39 na seguinte, três golos no total. Apesar de essa não ser a sua principal característica, o médio que tanto joga a seis como a oito gosta de aparecer em zonas de finalização e de fazer uso da potência do seu remate.
Imbula destaca-se imediatamente pela sua compleição física (1,86 metros e 78 quilos), que lhe permite assumir-se como uma parede quase intransponível no meio-campo e que, mesmo assim, não lhe retira velocidade, sendo capaz de estar em constante rotação durante os 90 minutos do jogo. Extremamente disponível, incansável e capaz de encher o campo com as suas permanentes acelerações e movimentações com e sem bola, é muito forte no capítulo do desarme e da antecipação, juntando-lhe uma capacidade assinalável de interpretar os momentos de transição defensiva e ofensiva. Imbula gosta de mandar no campo e parece ter o dom da ubiquidade, de estar ao mesmo tempo em toda a parte. É patrão, pulmão e coração.
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